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Notícias sobre transporte 29/08/2008
  • Petróleo impulsiona crescimento da indústria naval brasileira

    Petróleo impulsiona crescimento da indústria naval brasileira

    31/08/2008

    O Brasil chegou a ser o maior produtor mundial de embarcações na década de 1970. Depois, passou por mais de uma década de estagnação. Agora, com o impulso dado pelas descobertas de petróleo e pelo comércio mundial, os estaleiros mal dão conta de atender aos pedidos.

    ?Hoje nós estamos em condições de olhar para o futuro com bastante esperança. Existe uma demanda muito grande por embarcações de todos os tipos?, acredita o diretor de um estaleiro, Paulo Kempers.

    Nos próximos oito anos, o Brasil deve construir 338 navios, pelas contas do Sindicato da Indústria Naval. A maioria são embarcações de apoio para as plataformas da Petrobras, que revitalizou o mercado quando resolveu produzir no país parte da frota. A descoberta de poços de petróleo e o consumo da China e da Índia impulsionam a indústria naval no mundo inteiro.

    Tecnologia e emprego

    O aquecimento da indústria naval já é sentido nos laboratórios. No Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT), que tem o maior tanque de provas de navios da América Latina, o desafio dos engenheiros é desenvolver tecnologia para tornar o Brasil mais competitivo no setor e evitar que esse bom momento seja apenas uma onda.

    ?A indústria naval, em qualquer país em que ela se desenvolve, representa um segmento importante de geração de empregos e de multiplicação de empresas de serviços e de fornecimento de peças e componentes. Precisamos tomar pé das coisas, desenvolver a nossa tecnologia e chegar a exportar tecnologia. É um desafio possível?, afirma Carlos Daher Padovezi, representante do Centro de Engenharia Naval do IPT.

    A construção de um navio de grande porte envolve cerca de mil empresas e chega a custar US$ 150 milhões, mais do que o moderno Centro Aquático de Pequim. Em seis anos, o número de empregados do setor foi multiplicado por dez. Em 2001, eram quatro mil empregados e em 2007, 40 mil.

    ?A área da indústria naval é muito grande. A facilidade de emprego e a renda também?, comenta Rafael Teixeira, que trabalha em um estaleiro.

    Fonte: Portal de Notícias G1

  • Brasil é o 10º país mais atrativo para indústria do petróleo

    Brasil é o 10º país mais atrativo para indústria do petróleo

    28/08/2008

    Apesar da descoberta da camada do pré-sal, localizada abaixo do leito marinho, as incertezas regulatórias mantiveram o Brasil na 10ª posição entre os países mais atrativos para a indústria do petróleo, segundo pesquisa anual publicada pela consultoria britânica Robertson Research. O país chegou a liderar o ranking em 1999, ano do primeiro leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP), mas não passa do 10º desde 2005, ano em que o leilão foi suspenso por decisão judicial.

    Após o anúncio das descobertas do pré-sal, o mercado esperava uma reação do Brasil no ranking, que é resultado de entrevistas com 85 petroleiras com atuação global. As notícias sobre mudança no modelo regulatório e aumento da presença estatal, porém, impediram o avanço, na opinião de especialistas do setor. O topo da lista deste ano é ocupado pelo Egito, que subiu uma posição com relação a 2007.

    O documento não inclui todas as avaliações feitas pelos analistas da entidade. Com relação à América do Sul, porém, eles dizem que "o risco político está se sobrepondo ao potencial exploratório e alguns países vêm falhando na criação de expectativas positivas".

    Apesar de manter-se na 10ª posição, o Brasil tem hoje um número maior de países à sua frente - a pesquisa permite que dois ou mais concorrentes ocupem a mesma posição, caso obtenham o mesmo número de pontos. Há hoje 15 países à frente do Brasil, ante 12 no ano passado. No ranking de 2008, o país perdeu posições para Tailândia, Omã, Malásia, Angola e Vietnã. O movimento foi compensado pelas quedas ainda maiores de Noruega, Nigéria e Mauritânia.


    Fonte: Portal de Notícias G1

  • Plantão Preço dos combustíveis impulsiona chips automotivos, diz Gartner

    Plantão Preço dos combustíveis impulsiona chips automotivos, diz Gartner

    26/08/2008

    O aumento nos preços dos combustíveis e da consciência ambiental deverá impulsionar as vendas de processadores eletrônicos para veículos automotores. Responsáveis por controlar e aumentar a eficiência no uso de combustíveis, o faturamento com esses chips deve chegar a US$ 6,3 bilhões em 2012, afirma a consultoria Gartner. Neste ano, as vendas desses chips devem movimentar US$ 5,3 bilhões.

    Esses processadores também são utilizados em veículos híbridos, analisando a mistura de combustíveis no tanque e controlando o mecanismo de combustão do carro para tirar o melhor proveito da combinação. Eles também equipam os computadores de bordo dos veículos, que analisam a performance dos carros, fornecendo informações importantes ao motorista.

    Esses chips têm papel importante para acelerar as inovações eletrônicas no setor automotivo, tornando os veículos mais leves e eficientes, assim como os motoristas mais informados, afirmou a diretora de Pesquisa do Gartner, Amy Leong. A crescente complexidade dos eletrônicos automotivos tem amplificado a necessidade por chips de alta performance, com maior capacidade de memória, acrescentou.

    Fonte: Valor Online

  • iodiesel não vai competir com o petróleo, mas ajudar, diz Lula

    iodiesel não vai competir com o petróleo, mas ajudar, diz Lula

    21/08/2008

    O presidente Luiz inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (20),  durante a inauguração da 2ª usina de biodiesel da Petrobras, em Quixadá (CE), que o biocombustível "não vai competir com o petróleo, mas sim ajudar".

    Lula também voltou a rebater as críticas de que a produção de biocombustíveis compete com a de alimentos. "Não podemos aceitar que apontem os dedos cheios de óleo para o Brasil, que quer produzir um combustível limpo e renovável", disse.

    "É totalmente compatível termos uma grande política de biocombustíveis e termos uma grande política de produção de alimentos", afirmou Lula, destacando que ninguém vai deixar de produzir alimentos por causa dos biocombustíveis.

    "Se alguém deixar de plantar um alimento e dedicar toda sua terra para plantar coisas para o biodiesel, está cometendo erro. É preciso que utilize uma parte da terra para isso e a outra para produzir alimento ou para criar um gadinho, uma cabra ou coisa parecida", disse. 

    Lula destacou ainda que o programa do biodiesel "é a grande oportunidade que nós temos de desenvolver uma parte desse país que há 300 anos é conhecida com a parte mais miserável desse país, que é o semi-árido nordestino".

    Segundo o governo, a unidade de Quixadá, da Petrobras Biocombustível, terá capacidade para produzir 57 milhões de litros de biodiesel por ano, a exemplo da primeira usina inaugurada em Candeias (BA) no mês passado.

    A usina pode utilizar matéria-prima de origem vegetal (mamona, girassol, soja, algodão, entre outros), animal (sebo bovino, suíno ou de frango), além de óleos e gorduras residuais usados em fritura de alimentos.

    De acordo com o governo, 8,5 mil agricultores que plantam mamona e girassol em 161 municípios cearenses e 759 agricultores de 32 municípios do Rio Grande do Norte que cultivam girassol vão suprir de matéria-prima a usina de Quixadá.

    Fonte: Portal de Notícias G1

  • Dilma defende modelo de licitação de rodovias

    Dilma defende modelo de licitação de rodovias

    19/08/2008

    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, defendeu hoje o modelo adotado pelo governo na realização das licitações de rodovias federais para a iniciativa privada. Aos deputados de audiência pública conjunta da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, a ministra afirmou que o modelo adotado, no qual vence a empresa ou consórcio que oferecer o menor preço para o usuário, foi a aplicação "de uma lei bastante capitalista, no sistema capitalista." Ela se referia ao incentivo à concorrência entre as empresas que disputam os leilões.

    Dilma Rousseff disse que a taxa interna de retorno do modelo anterior chegava a 26% para os acionistas. "Era um crime contra o País", afirmou, sem mencionar a taxa atual de retorno. A ministra explicou que o governo Lula não adotou anteriormente o modelo do menor preço porque a questão relacionada à concessão de rodovias estava em análise no Tribunal de Contas da União (TCU) e, por isso, não podia haver licitação.Ela disse também que o modelo atual é mais vantajoso para o consumidor porque houve expressiva queda do risco país e do chamado Risco Regulatório. Dilma Rousseff anunciou que o próximo balanço das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) será feito no dia 22 de janeiro de 2008.A ministra compareceu à audiência pública, na Câmara, justamente para apresentar um balanço do PAC, mas, logo no início da reunião, ela disse que os dados que estava apresentando hoje ainda são os mesmos do relatório de setembro.

    Fonte: Agência Estado

  • Petróleo sobe 2,7% com queda em estoques de gasolina

    Petróleo sobe 2,7% com queda em estoques de gasolina

    14/08/2008

    O petróleo fechou o dia em alta em Londres e Nova York, depois que uma inesperada queda nos estoques de gasolina motivou o que muitos participantes do mercado acreditam ser uma recuperação de vida curta. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), os contratos futuros de petróleo com entrega em setembro subiram US$ 2,99, ou 2,65%, para US$ 116,00 por barril. Os contratos de petróleo Brent para setembro, negociados na Bolsa Intercontinental, de Londres, tiveram alta de US$ 2,32, ou 2,09%, para US$ 113,47 por barril.

    Os estoques de gasolina diminuíram 6,4 milhões de barris na semana encerrada em 8 de agosto, segundo dados do Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE, na sigla em inglês). A queda foi mais de três vezes superior à previsão média dos analistas e marcou o terceiro declínio semanal seguido dos estoques.

    Os contratos futuros de petróleo caíram 22% desde 15 de julho, em boa parte devido às preocupações sobre a demanda de gasolina nos EUA. A grande queda dos estoques de gasolina forneceu para o mercado uma oportunidade para impedir o recuo dos preços do petróleo, ao menos temporariamente. "O mercado vinha de uma baixa prolongada; precisava de uma correção e uma recuperação", afirmou Kyle Cooper, diretor de pesquisa do IAF Advisors, em Houston, que alertou que o impacto dos dados pode ser passageiro. "Está tudo associado com a oferta, não com a demanda", acrescentou.

    Apesar do tamanho da queda dos estoques de gasolina ter gerado um impacto nos contratos futuros de petróleo e derivados, ao mesmo tempo, os números não foram suficientes para reverter os temores relacionados a um prolongado declínio da demanda nos EUA. A queda acumulada nos estoques de gasolina nas últimas três semanas não fez mais do que queimar a oferta excedente.

    Os estoques de gasolina estão agora quase exatamente nos mesmo níveis da média dos últimos cinco anos, enquanto a demanda ainda está 1,8% abaixo dos níveis de um ano atrás, de acordo com o DOE. "Parece que ainda existem poucos motivos para preocupação" com relação à diminuição da oferta de gasolina, segundo analistas do JBC Energy, em Viena, em nota para clientes.

    Fonte: Agência Estado

  • Comissão da Câmara rejeita subsídio para produção de biocombustível

    Comissão da Câmara rejeita subsídio para produção de biocombustível

    12/08/2008

    A Comissão de Minas e Energia da Câmara Federal rejeitou no último dia 6 o Projeto de Lei 592/07, do deputado Uldurico Pinto (PMN-BA), que estabelece programa de preços mínimos para os biocombustíveis e para as matérias-primas utilizadas na sua produção. O projeto prevê apoio financeiro do Governo Federal à produção de álcool e outros biocombustíveis.

    Pela proposta, o preço mínimo do biocombustível, por unidade de energia, deverá ser equivalente a pelo menos 110% do preço do combustível fóssil. Além disso, o somatório dos preços mínimos de cada uma das matérias-primas usadas na produção do biocombustível deverá ser de pelo menos 70% do preço mínimo do próprio biocombustível.

    Incentivo inadequado

    O relator, deputado Fernando Ferro (PT-PE), sustenta em seu parecer pela rejeição que o projeto não é a forma mais adequada de fomentar a produção de biocombustíveis. Ele argumenta que o setor de álcool combustível no País encontra-se em momento bastante favorável, competindo plenamente com a gasolina. "São grandes as perspectivas de crescimento das exportações, com mercado potencial superior à capacidade de produção brasileira. Além disso, os produtores de álcool já possuem mercado cativo, criado pela exigência de se adicionar percentual de 25% de álcool anidro na gasolina", afirma.

    Em relação ao biodiesel, Fernando Ferro destaca que esse combustível também tem mercado garantido pela legislação, que obriga a mistura de no mínimo 2% do biodiesel no óleo diesel.

    Dessa forma, o relator diz que não vê sentido em destinar vultosos recursos públicos para grandes produtores de etanol e outros biocombustíveis. Ele também não considera legítima "a concessão de subsídios a abastados empresários do agronegócio, como grandes produtores de cana-de-açúcar ou de soja".

    Tramitação

    O projeto, que já havia sido rejeitado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, agora será analisado pela Comissão de Finanças e Tributação. Se for rejeitado mais uma vez, será arquivado. Se aprovado pela Comissão de Finanças, segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, e depois para votação em plenário.

    Fonte: Agência Câmara

  • Obama defende uso das reservas de petróleo dos EUA

    Obama defende uso das reservas de petróleo dos EUA

    05/08/2008

    O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, apresentou um novo plano para a questão energética no qual defende a utilização das reservas de petróleo do país como forma de baixar os preços dos combustíveis.

    Obama, que até então era contrário ao uso das reservas, defendeu que os EUA devem liberar 70 milhões de barris de petróleo de suas reservas estratégicas para reduzir os preços a curto prazo.

    Durante um discurso na cidade de Lansing, no Estado americano de Michigan, Obama sugeriu ainda que o país libere as reservas nacionais no Alasca.

    Em junho, o candidato apresentou sua política energética e afirmou que as reservas deveriam ficar intactas. A porta-voz da campanha de Obama, Heather Zichal, afirmou que o democrata havia reconsiderado a questão.

    "Ele reconhece que os americanos estão sofrendo", afirmou a porta-voz.

    A alta do preços dos combustíveis fez com que a questão energética se tornasse um dos principais temas da campanha presidencial americana. Para um eleitorado cujo estilo de vida se desenvolveu ao redor da gasolina barata e energia abundante, a política energética dos candidatos é um tema que ganha cada vez mais atenção dos eleitores.

    Rivalidade

    O apoio à utilização das reservas não é a primeira mudança de opinião de Obama com relação à questão energética.

    No final de semana, ele declarou que poderia apoiar as perfurações em águas profundas caso isso fosse necessário para estabelecer uma política energética - posição a que se opunha no início da campanha e que foi reforçada no discurso de segunda-feira no Michigan.

    O rival republicano, John McCain, também comentou a questão da energia e expressou seu apoio à novas perfurações em alto-mar como parte de um plano energético que inclui ainda energia nuclear e alívio de impostos na produção de gás.

    As novas propostas sobre a questão energética coincidiram com um novo anúncio publicitário da campanha de Obama na qual o virtual candidato democrata acusa o rival, John McCain, de estar subordinado a companhias de petróleo.

    A propaganda mostra McCain ao lado do atual presidente, George W. Bush, enquanto um narrador afirma: "Depois de termos um presidente que esteve no bolso das grandes companhias de petróleo, não podemos mais ter um outro". O narrador segue dizendo que as grandes empresas petrolíferas deram US 2 milhões para a camapnha do senador McCain.

    O anúncio promove a proposta de Obama de dar um desconto de US$ 1 mil (R$1,6 mil) no imposto de renda das famílias americanas, financiado pela taxação dos lucros obtidos pelas petroleiras com o eventual aumento do preço do barril de ptróleo.

    O porta-voz da campanha de McCain, Tucker Bounds, criticou o anúncio e afirmou que a propaganda não mencionou que em 2005, Obama votou a favor de uma lei que previa benefícios fiscais às petroleiras.

    Na época, McCain votou contra a proposta, que era apoiada pelo presidente Bush.

    "O recente ataque de Barack Obama mostra que sua celebridade só é comparada à sua hipocrisia", afirmou a declaração emitida pelo porta-voz.

    Desafio

    Durante seu discurso, Obama afirmou ainda que "romper com o nosso vício pelo petróleo é um dos grandes desafios que nossa geração jamais irá enfrentar".

    "Não vai precisar de nada mais do que uma completa transformação de nossa economia", disse o democrata.

    A proposta de Obama prevê a liberação de petróleo leve existente atualmente nos estoques americanos, que poderia mais tarde ser reposta com petróleo bruto pesado.

    O petróleo leve é mais fácil de ser convertido em combustível para os veículos e em outros produtos derivados.

    O governo Bush é contra a abertura das reservas e afirma que devem ser usada apenas em caso de extrema emergência. Em 2005, cerca de 10 mil barris foram liberados quando a passagem do furacão Katrina causou a interrupção do fornecimento para as refinarias.

    Fonte: BBC Brasil

  • Petróleo impulsiona crescimento da indústria naval brasileira

    Petróleo impulsiona crescimento da indústria naval brasileira

    31/07/2008

    O Brasil chegou a ser o maior produtor mundial de embarcações na década de 1970. Depois, passou por mais de uma década de estagnação. Agora, com o impulso dado pelas descobertas de petróleo e pelo comércio mundial, os estaleiros mal dão conta de atender aos pedidos.

    ?Hoje nós estamos em condições de olhar para o futuro com bastante esperança. Existe uma demanda muito grande por embarcações de todos os tipos?, acredita o diretor de um estaleiro, Paulo Kempers.

    Nos próximos oito anos, o Brasil deve construir 338 navios, pelas contas do Sindicato da Indústria Naval. A maioria são embarcações de apoio para as plataformas da Petrobras, que revitalizou o mercado quando resolveu produzir no país parte da frota. A descoberta de poços de petróleo e o consumo da China e da Índia impulsionam a indústria naval no mundo inteiro.

    Tecnologia e emprego

    O aquecimento da indústria naval já é sentido nos laboratórios. No Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT), que tem o maior tanque de provas de navios da América Latina, o desafio dos engenheiros é desenvolver tecnologia para tornar o Brasil mais competitivo no setor e evitar que esse bom momento seja apenas uma onda.

    ?A indústria naval, em qualquer país em que ela se desenvolve, representa um segmento importante de geração de empregos e de multiplicação de empresas de serviços e de fornecimento de peças e componentes. Precisamos tomar pé das coisas, desenvolver a nossa tecnologia e chegar a exportar tecnologia. É um desafio possível?, afirma Carlos Daher Padovezi, representante do Centro de Engenharia Naval do IPT.

    A construção de um navio de grande porte envolve cerca de mil empresas e chega a custar US$ 150 milhões, mais do que o moderno Centro Aquático de Pequim. Em seis anos, o número de empregados do setor foi multiplicado por dez. Em 2001, eram quatro mil empregados e em 2007, 40 mil.

    ?A área da indústria naval é muito grande. A facilidade de emprego e a renda também?, comenta Rafael Teixeira, que trabalha em um estaleiro.

    Fonte: Portal de Notícias G1


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